Um aspecto crucial para a promover a interoperabilidade entre Windows, Linux e outros sistemas operacionais é garantir que o usuário possa acessar o sistema e ter acesso a documentos e aplicações em seu computador, sem realizar qualquer mudança. Ou seja, o ponto inicial de acesso e os servidores onde documentos e aplicações estão armazenados não podem fazer a diferença.
Na medida em que as empresas aumentam o uso de tecnologia, aplicações que eram utilizadas de forma isolada passaram a ser integradas - e nem sempre elas estavam em sistemas operacionais iguais. De qualquer modo, ainda assim, o usuário deve ser capaz de usar uma ou outra aplicação com login e senha únicos, e não ter que digitar um nome e uma senha para cada aplicação diferente.
Para solucionar essa questão, surgiu a padronização de sistemas de diretórios de usuários. Eles armazenam as informações necessárias para que cada usuário, devidamente identificado, consiga acessar informações e recursos relativos ao seu trabalho. No ambiente Windows da Microsoft, o Active Directory é o padrão. Nos ambientes Linux, é o OpenLDAP.
Cada um desses serviços evoluiu de forma distinta e cada vez mais eles precisam de elementos para que sejam interoperáveis. Por isso, a Microsoft apóia, dentro do Innovation Center UFRGS/Microsoft, iniciativas que venham a auxiliar gestores de ambientes complexos a integrar sistemas. Um dos projetos é o ADOLDAP. Ele fica hospedado no Codeplex e se propõe a ser a continuidade de projetos anteriores que já incluiam teoria, tutoriais e "hands-on labs" desenvolvidos pela equipe da Unicamp.