Três diferentes critérios parecem definir se alguma coisa pode se autodenominar open source: o nível e os termos de disponibilidade do código; se há ou não uma comunidade organizada por conta do código e se está de acordo (ou não) com definição da iniciativa open source. Bryan Kirschner, do laboratório open source da Microsoft, comenta esse assunto no Port 25. Vale a pena ler.